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Cooperativas do sistema Fecoergs trataram de tributos e geração distribuída

08/06/2018

  • Presidente Iloir ao centro e Diretores da Fecoergs

  • Presidentes e Técnicos das cooperativas

  • Presidentes e Técnicos das Cooperativas

Contando com a presença das cooperativas filiadas, representadas por presidentes, contadores, engenheiros e técnicos, no último dia 07, na sede da federação, em Porto Alegre/RS, foi realizada reunião e tratado sobre:  - a correta contabilização da subvenção da CDE, pela baixa densidade de carga – sobre a cobrança de PIS/Cofins, pelas concessionárias sobre  subvenção CDE – realização de curso sobre a gestão de ativos do setor elétrico – possibilidade de seguros de redes, veículos, equipamentos, usinas e vida - geração distribuída – processos e projetos nas cooperativas, acompanhamento -  ação do fisco estadual e a emissão de multas as empresas (concessionárias e cooperativas).
Além destes temas as cooperativas participaram da assembleia geral do sindicato patronal – Sindicooper, quando foi apresentado e avaliado o desempenho no exercício de 2018.
Da reunião, em linhas gerais, ficou de ser marcada reunião dos contadores das cooperativas para tratar, junto com o consultor Prof. Antônio Nasi, a questão da contabilização da subvenção CDE. Logo que for disponibilizada a avaliação inicial, pelo Prof. Nasi, será enviada às cooperativas e marcada reunião, com os contadores. Nesta ocasião, também, será tratada as questões pendentes ou encaminhamentos com relação ao ICMS.
Preocupa a federação e as cooperativas a forma desenfreada que tomou a geração distribuída (GD), notadamente a geração solar, pois, além de possíveis prejuízos econômicos, poderá provocar efeitos nos sistemas elétricos das cooperativas, ainda não previstos.  A federação, junto com as cooperativas, irá pesquisar sobre a matéria, a fim de encontrar subsídios técnicos e bem como os sobre tributos que envolvem está matéria.
“A inexistência de clareza sobre a geração distribuída, em especial, a solar, traz grandes entraves ao setor elétrico e que precisam ser melhor definidos, principalmente, pela agencia reguladora do setor”, disse o presidente da federação Iloir de Pauli e complementou: “ninguém em sã consciência e contra a geração de fontes renováveis, porém precisamos medir seus benefícios e suas possíveis consequências”.
A Fecoergs representa 24 cooperativas de geração de energia e desenvolvimento rural, com 31 usinas, atuam na área de 369 municípios, através de 63 mil quilômetros de redes, com 67.000 mil transformadores instalados, beneficiando com energia 288 mil famílias, o que equivale a uma população de mais de um milhão e trezentos mil gaúchos. (Fecoergs 07/06)


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